Planejar a compra de um imóvel vai muito além de avaliar o preço anunciado. Existem custos na compra de imóvel que costumam surpreender quem não se preparou, comprometendo o orçamento e até inviabilizando o negócio. Na FR Prime, orientamos nossos clientes a enxergar o processo completo antes de assinar qualquer documento.
A maioria das pessoas pesquisa o valor do imóvel, simula o financiamento e acredita que está pronta para comprar. O que poucos consideram é que os encargos adicionais podem representar entre 5% e 10% do valor total da transação.
Esses valores não aparecem no anúncio, não estão na simulação do banco e raramente são mencionados no início da negociação. Conhecê-los com antecedência faz toda a diferença no planejamento.
Nossos consultores listam abaixo os encargos mais comuns que todo comprador deve incluir no orçamento desde o início.
O ITBI é um imposto municipal cobrado no momento da transferência da propriedade. A alíquota varia conforme o município, mas em geral fica entre 2% e 3% do valor venal do imóvel ou do valor da transação, o que for maior.
Em Volta Redonda, esse valor deve ser pesquisado junto à prefeitura antes do fechamento do negócio. Ignorá-lo pode gerar um impacto financeiro relevante no momento do cartório.
A escritura pública é obrigatória em transações à vista. O registro no cartório de imóveis formaliza a transferência de propriedade e é indispensável para que o comprador seja reconhecido legalmente como dono do bem.
Ambos têm custos tabelados pelos estados, mas variam conforme o valor do imóvel. Em média, somados, eles representam entre 1% e 2% do valor negociado.
Além do ITBI e do cartório, existem outras despesas que entram na conta e que muitos compradores não antecipam.
Cada um desses itens, isoladamente, pode parecer pequeno. Juntos, representam um volume significativo de recursos que precisa estar disponível além do valor de entrada.
Acreditamos que a decisão de comprar um imóvel deve ser tomada com base em números reais, não em estimativas otimistas. Por isso, orientamos nossos clientes a reservar uma margem de segurança de pelo menos 8% do valor do imóvel para cobrir todos os encargos envolvidos na transação.
Esse valor deve estar disponível em dinheiro, separado da entrada e do fundo de emergência pessoal. Financiar os custos cartoriais, por exemplo, não é possível na maioria dos contratos de crédito imobiliário.
